quinta-feira, 31 de outubro de 2013

MODELOS ATÓMICOS

Ao longo dos tempos, os cientistas foram alterando a forma do átomo consoante as suas descobertas pois a ciência ao progredir deu essa possibilidade, de conseguirem executar experiências e delas tirarem as suas conclusões.

Modelo Atómico de Dalton:
No início do séc. XIX, o cientista John Dalton com base no que se pensava naquele tempo, concluiu que o átomo era um corpúsculo esférico, indivisível e indestrutível.
John Dalton
Modelo Atómico de Dalton










Modelo Atómico de Thomson:
Nos finais do século XIX, o cientista Joseph Thomson tirou novas conclusões acerca do modelo atómico. Através de uma experiência de tubos de descarga, Thomson verificou que o átomo tinha partículas de carga elétrica negativa, designadas de eletrões. Assim, Thomson pôde concluir que os átomos eram corpúsculos de carga elétrica positiva, onde se encontravam espalhados os eletrões, com carga negativa, fazendo com que a carga total do átomo ficasse nula. Surgiu assim o primeiro modelo de átomo divisível.

Joseph Thomson
Modelo Atómico de Thomson













Modelo Atómico de Rutherford:
No início do século XX, o cientista neozelandês Ernest Rutherford, após várias experiências com partículas
Ernest Rutherford
α pode concluir que:
Modelo Atómico de Rutherford

  • A maior parte do átomo era espaço vazio;
  • O átomo tinha um núcleo pequeno de carga elétrica positiva, onde se concentrava toda a massa do átomo;
  • Os eletrões, com carga elétrica negativa, moviam-se à volta do núcleo, como os planetas se movem em volta do Sol.


Assim surgiu o primeiro modelo planetário do átomo.

 Modelo Atómico de Bohr:
Pouco tempo depois, Niels Bohr completou o modelo atómico do cientista neozelandês com as suas ideias:
  • Os eletrões movem-se à volta do núcleo com as suas órbitas circulares;
  • Os eletrões com mais valor de energia movem-se em órbitas mais afastadas do núcleo, enquanto os que têm menos valor de energia movem-se em órbitas mais próximas do núcleo.
Niels Bohr
Modelo Atómico de Bohr











segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O COMEÇO DE UM NOVO ANO!

Olá de novo! Espero que tenham passado bem as férias, pois agora vamos entrar num ano trabalhoso!
Espero também que este blog vos continuem a ajudar no estudo e nos trabalhos, e que vos corra bem este ano! x)



segunda-feira, 10 de junho de 2013

LUZ (5ª PARTE) - AS FIBRAS ÓPTICAS

Refração da Luz: é um fenómeno que ocorre quando a luz muda de um meio óptico para outro, isso deve-se à mudança de velocidade de propagação da luz, e quando isto acontece a luz é refratada, ou seja muda de direção.
A linha a rosa é a normal.












Com esta imagem pode-se verificar que:
  • o raio refratado aproxima-se da normal quando a velocidade no segundo meio é inferior à velocidade no primeiro meio, se não afastava-se da normal;
  • não há mudança de direção quando o raio incidente, incide perpendicularmente à superfície de separação dos meios.

Reflexão Total: ocorre quando a luz incide com um ângulo superior ao ângulo crítico, na superfície de separação de dois meios. Isto é o que acontece nas fibras ópticas - são tubos finíssimos feitos de vidro/plástico nos quais a luz se propaga sem se transmitir para o exterior, devido a este fenómeno.



LUZ (4ª PARTE) - OS ESPELHOS (2ª PARTE)

Espelhos Planos
Os espelhos polidas onde ocorre a reflexão regular da luz.
Características das imagens obtidas em relação ao objeto:
  • são direitas e do mesmo tamanho;
  • estão à mesma distância do espelho;
  • são virtuais;
  • são lateralmente invertidas (a parte esquerda da imagem corresponde à parte direita do objeto).
Espelhos Esféricos
Os espelhos esféricos podem ser côncavos ou convexos.
Espelhos Côncavos: a superfície polida é parte interior; os raios incidentes paralelos ao eixo principal quando são refletidos convergem para um ponto, que se designa de foco principal/foco real do espelho.
Características das imagens obtidas:
  • Virtual;
  • Direita;
  • Maior do que o objeto.



Espelhos Convexos: a superfície polida é parte exterior; os raios incidentes paralelos ao eixo principal quando são refletidos divergem a partir de um ponto, o foco principal/foco virtual do espelho.
Características das imagens obtidas:
  • Virtual;
  • Direita;
  • Menor do que o objeto.









ATENÇÃO:
Virtual - Forma-se para lá/trás do espelho.
Real - forma-se à frentes do espelho.

LUZ (3ª PARTE) - OS ESPELHOS (1ª PARTE)


Reflexão da Luz
A reflexão da luz ocorre quando a luz incide numa superfície, mudando de direção ou de sentido e continua a propagar-se no mesmo meio. Existem diferentes tipos de reflexão dos quais são:
  • Reflexão regular/Reflexão da luz - ocorre nas superfícies polidas (exemplo: águas calmas).
  • Reflexão difusa/Difusão da luz - ocorre em superfícies rugosas (exemplo: águas agitadas).
Leis da Reflexão da Luz
Com esta imagem podemos verificar que:
  • o raio incidente, o raio refletido e a normal estão no mesmo plano;
  • os ângulos de incidência e de reflexão são iguais;
  • o raio incidente, incide perpendicularmente à superfície e o raio retido tem a mesma direção do t«raio incidente, havendo apenas uma mudança de sentido.

Quando a superfície é rugosa os raios paralelos de um feixe são refletidos para direções diferentes, pois nem todos os raios incidem com o mesmo ângulo, o que se deve às rugosidades da superfície, e dá-se a refleção difusa da luz.
Quando a superfície é polida, todos os raios paralelos são refletidos para a mesma direção, pois incidem todos com o mesmo ângulo, o que se deve por a superfície ser polida, e dá-se a reflexão regular da luz.

LUZ (2ª PARTE) - TRIÂNGULO DA VISÂO

Um corpo iluminado é observado pelos nossos olhos se, sobre esse objeto, incidir a luz de uma fonte luminosa. Parte dessa luz é refletida em várias direções, chegando a um observador (os nossos olhos, que são detetores de luz).
O triângulo da visão implica a existência de três aspetos fundamentais, que o constituem:
  • O objeto;
  • Uma fonte luminosa que ilumine o objeto;
  • E um detetor/observador (exemplo: os nossos olhos).

LUZ (O BÁSICO)

A luz propaga-se em linha reta e em todas as direções. Cada "linha reta" de luz denomina-se raio luminoso. Um conjunto de raios de luz chama-se feixe de raios luminosos, e existem três formas de propagação da luz: raios convergentes (feixe de luz convergente (concentra-se) num ponto), raios divergentes (feixe de luz que diverge a partir de um ponto da fonte) e raios paralelos (feixe de luz propaga-se sempre com os raios paralelos entre si).
A luz pode atravessar materiais transparentes e translucidos, mas não opacos.
  • Materiais transparentes -  a luz atravessa o material e vê-se nitidamente o outro lado.
  • Materiais translucidos - a luz atravessa o material e vê-se com pouca nitidez o outro lado.
  • Materiais opacos - a luz não atravessa o material.
Agora a tua pergunta é "Porque é que nos materiais opacos a luz não atravessa?".
Bem a resposta é muito simples. É que nos materiais opacos a superfície não é polida, é rugosa e por vezes nos objetos transparentes e translucidos vês o teu reflexo, mas nos materiais opacos não, o que se deve à sua rugosidade.